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Em defesa do VAR, “é compreensível contestar a demora de análise dos lances duvidosos com a utilização do árbitro de vídeo”

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var Apesar das primeiras experiências na Copa do Brasil de 2018, foi só agora nos estaduais que se colocou uma lupa sobre a utilização do árbitro de vídeo por aqui. E os problemas na aplicação da tecnologia a partir das fases de mata-mata fizeram nascer uma velada campanha para boicotar a inovação.

É compreensível contestar a demora para a análise dos lances duvidosos e até o próprio uso em alguns casos, mas é inconcebível concluir que vale mais ter o gol ilegal do que perder a emoção momentânea.

A Copa do Mundo na Rússia e a atual Liga dos Campeões já provaram a evolução. Checagens em menos de um minuto, decisões rápidas, evitando ao máximo atrapalhar a fluidez do jogo.

No Brasil, onde o nível da arbitragem é historicamente risível, a fase de adaptação deve ser mais demorada, mas isso não significa abortar o VAR logo após sua oficialização.

Após diversos testes, a hora agora é de aperfeiçoar as práticas no Brasileirão, que contará com o árbitro de vídeo em todas as 380 partidas. É preferível ter uma empolgação interrompida pro causa do VAR, que é ainda maior cruel para o torcedor no estádio, a passar uma semana vendo uma discussão inócua sobre um erro grosseiro nos programas esportivos.

Se existe um recurso capaz de reparar injustiças claras, não faz mais sentido se agarrar ao retrocesso. O VAR é um caminho sem volta. O futebol também tem o direito de evoluir como esporte.

 

Por: LANCE – Espresso
Esporteenoticia.com

 

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Jornalista

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