Na última semana, o CONSEG/OPO-RO (Conselho Comunitário de Segurança Pública da Estância Turística de Ouro Preto do Oeste, Rondônia) Visitou o Quartel da Polícia Militar da cidade e falam sobre Contingente, Videomonitoramento e reacendeu à ideia de tornar a 3ª Companhia ouropretense, independente.
O CONSEG/OPO-RO, através de sua diretoria (presidente, José Luís Chaves e o vice-presidente Pedro Bulian) em conversa de alinhamento com o comandante da Polícia Militar do município de Ouro Preto (Capitão, Israel Pedro de Faria), discutiram formas de ampliação do videomonitoramento, ficando identificado de que, por falta de efetivo, não tem quem fique todo o tempo monitorando, mas quando tem que ver alguma imagem específica, fazem às buscas necessárias para o bom andamento das investigações.
Sobre o aumento do Contingente, este sim, fica um pouco mais complicado, já que a 3ª Companhia de Ouro Preto é subordinada ao 2º BPM (2º Batalhão de Polícia Militar) de Ji-Paraná/RO, por isso, reacendeu a antiga ideia de tornar a 3ª Companhia ouropretense em uma Companhia Independente, assunto esse, que o CONSEG/OPO-RO já havia discutido com o Comando Geral de Rondônia, alguns anos atrás.
Se apegando em que a 3ª Companhia de Ouro Preto é responsável por uma extensa área de 5.394,480 km² abrangendo cinco municípios, sendo eles: Vale do Paraiso; Mirante da Serra; Urupá; Teixeirópolis; Nova União; e que, assegura proteção de mais de 60 mil pessoas, as chances da 3ª Companhia se tornar independente cresce bastante, afirmam os diretores do CONSEG, confiantes.
Em resumo, a criação de uma Companhia Independente da PM em Rondônia, visa otimizar o policiamento em áreas específicas, proporciona maior autonomia e mais contingente, além de dar respostas rápidas e mais foco nas necessidades locais, podendo elevar os resultados positivos na segurança pública e na relação com a comunidade, além disso, pode desenvolver projetos sociais como o Programa, Jovem Aprendiz e outros, ainda interagir mais e diretamente com a comunidade, fortalecendo a relação entre a polícia e população.
Por: Wellington Gomes
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