Quem anda pelas ruas periféricas da Estância Turística de Ouro Preto do Oeste/RO, se observar, irá perceber que às árvores das calçadas já alcançaram os fios de energia e a maiorias até ultrapassaram forçando-os, qualquer vento um pouco mais forte pode rompe-los, além de que os moradores correm o risco de serem eletrocutados em dias de chuva.
Um morador informou que em uma noite chuvosa ouviu alguns estalos, seguindo o barulho percebeu que se tratava de pequenas faíscas saindo da conjunção do poste e os fios entre às folhas de uma arvore, temendo curto-circuito e o risco de queimar alguns de seus eletrodomésticos da sua residência, ligou para Energisa e registrou ocorrência, mas ninguém compareceu no local.
Nossa reportagem conversou com o vereador Kinkinha da Garagem (UNIÃO), que está sempre ativo e ligado à infraestrutura do município, ele nos informou que infelizmente, quem está apto a fazer estas podas é tão somente a Energisa, por terem equipe especializada para efetuar os procedimentos que exigem toda segurança na execução, e que, em algumas ocasiões é necessário interromper o fornecimento da rede elétrica.
Então fomos até o Agência da Energisa na cidade ouropretense, mas lamentavelmente saímos sem quaisquer informações, conforme a atendente (de forma ríspida e falta de gentileza), informou que naquela agência não existe um responsável que eu pudesse conversar, que eu deveria entrar em contato no 0800, ou pelo computador de autoatendimento na entrada do escritório, e fazer minha reclamação indicando o endereço; porém, não existe um endereço fixo, a maioria das ruas em Ouro Preto, estão com este problema.
Alguns usuários presentes comentaram que a Energisa deveria preparar melhor suas atendentes, para que no mínimo, proporcione um atendimento humanizado à população, já que todos que procuram uma dessas agências estão fragilizados e com algum problema a ser resolvido, ninguém vai a um local desses tão somente para fazer uma simples visita, é necessário que haja um responsável para poder responder adequadamente a quem apenas só quer informações. “Vamos enviar esta reportagem à ouvidoria da Energisa e esperar uma resposta, já que não temos muito mais o que fazer a respeito”.
Por: Wellington Gomes
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