O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é celebrado anualmente em 3 de maio, o Índice Mundial de Liberdade de Imprensa de 2026, foi divulgado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), que indica, que a liberdade de imprensa global atingiu seu nível mais baixo em 25 anos. Pela primeira vez, mais da metade dos países analisados (57% da população mundial) encontra-se em uma situação considerada “muito grave” ou “difícil”. Os piores desempenhos: China; Coreia do Norte; Eritreia (último lugar pelo 3º ano seguido). Os Melhores: Noruega (líder pelo 10º ano consecutivo); Países Baixos (Holanda); Estônia; Dinamarca e Suécia. Porém, o Brasil aparece em 52º lugar no ranking, subiu para a melhor posição em anos, avançando 58 posições desde 2022 e pela primeira vez na história, ultrapassou os Estados Unidos que está no 64º lugar.
No Brasil:
Os levantamentos mais recentes no Brasil foram realizados pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) e:
*São Paulo: Lidera o ranking nacional com 23 casos registrados (15,97% do total do país).
*Distrito Federal: Empatado ou figurando logo após São Paulo em levantamentos recentes, registrou 21 ocorrências em períodos de alta tensão política.
*Paraná: É o segundo estado com mais ataques, totalizando 15 ocorrências (10,42% do total nacional).
Regiões:
*Sudeste: 26,39% do total.
*Nordeste: 25% do total.
*Sul: 21,53% do total.
*Norte: 15,28% do total.
*Centro-Oeste: 11,80% do total).
Dentro da Região Norte:
Nos relatórios Rondônia aparece em 4ª posição no ranking geral de agressões a jornalistas, mas destaca-se pelo aumento de assédio judicial e intimidações contra profissionais da região, embora a violência contra jornalistas no Norte tenha crescido, outros dados de 2024-2025 posicionam o estado criticamente na liderança de conflitos agrários e violência de gênero, apesar de uma redução na criminalidade urbana; no Relatório FENAJ dentro da Região Norte, Rondônia divide a 4ª posição com o Acre, ficando atrás do Amazonas, Pará e Tocantins.
Por: Wellington Homes
Foto e Informações: Assessoria/Internet
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